quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Meu cão é uma chávena
Minha perna é uma candeeiro
Meu avô é uma nave
Meu pénis uma varinha mágica

Quem sou eu?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Getting ready for the end of the world


Gosto de quando me comes devagar

Dizes que o meu cérebro sabe a milho e os braços a Rexona. Pergunto-te se não te sabe a Pepsodent que sou distraída e mal abro os olhos de manhã.
Lasca-me e deixa-me derreter na tua boca. Para isso valeu a pena nascer.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Quando um lugar dá à luz iluminado... apagam-se bastidores e a água cresce nas fontes e nos olhos de quem a viu. Dois malvados abanando a cabeça com goelas apertadas pela vontade láctea de sossego. Já que se sai em sequência, ou letras dactilografadas com imperfeições microscópicas a emprestarem-lhe personalidade dimensional. Pois o cão se chegou como quem queria ser lido e deu um suspiro e deu um abafo na caracterização ficando só ali e só um cão.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Cala-te Brutus...

A arte brejeira dos meus testículos limita-se a borrões disformes no chão ou paredes publicas. Obrigado puta pelo dom que me destes, até parece que sou digno de tal parafilia. Não entendo esta merda e o caminho é a morte. Olá anjo Gabriel, mais a mais também tu foste um cabrão merecedor de um chuto no cu por teres falado de mim à varredora. Agora vais tu come-la antes que se vire ao Diabo. Esta gente só me desilude. Choro todo e dia e quero morrer. Infelizmente sou cobarde mas há-de chegar um dia em que não aguentarei e tentarei o suicídio por prisão de ventre. Não tenham pena de mim, só quero ter fama e um LCD merecedor de tal nome.

Que foda...

Ela sabe que a sanita é para ser lavada por dentro. E não lavou, nisto veio a puta para o deboche, torcendo-se como uma bailarina chinesa desprovida de espinha. Dei-lhe uma foda logo ali, enquanto a outra burra limpava a sanita por dentro como lhe ordenei. A cona dela era suja, imaterialmente suja. Meti-lhe os dedos dentro da boca, depois na cona, depois na boca, enquanto a outra continuava a limpar a sanita. Disse-lhe para chupar. Fiz uma pausa. Disse-lhe para esperar, fui tirar a outra burra da sanita, sacudi-a para o lado e dei uma mija de todo o tamanho, mijei para fora do vaso e para cima dela porque estava teso. Normal, disse-lhe para limpar, estava ajoelhada e aquele cu espichado quase que me virou as ideias. Regressei à puta. Já não estava. Mas que merda do caralho, queres ver que acabou o serviço sozinha e foi fazer trocos para comprar mais branca? Voltei para a casa de banho, baixei as calças à burra e fiz-lhe verter azeite do buraco domesticado, depois enfiei o meu caralho lá dentro, para lubrificar, nisto fui-lhe ao cu, fui-lhe ao cu de contente meus amigos. A tipa gemia com as fuças enfiadas na sanita. Tudo era sexy, tudo era de uma perfeição fotográfica. Eu, filho legitimo de Deus, com burocracias assinadas pelo Senhor que me dizem, que me ditam; posso fazer o que quiser com a domesticada, burra, oportuna vagina de mulher. E faço. Desculpem-me os bobos. E faço.

sexta-feira, 9 de março de 2012

São só balelas, senhores...

Se eu já fui tanta gente em tanto blog, se eu já fingi e menti, se sou persona non grata para os que me conhecem e os que não sabem a sorte que têm de não me conhecer, porque razão não haveria eu de me transformar na minha obsessão preferida?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O que queria dizer era

Estou farto de vos comer, bananas. Que piegas.

Porque uma mulher também sessenta

Ando a ver cadeiras. Pelos preços concluo que são com descarga elétrica.

Explicou-me o psiquiatra.

O problema não é a falta de homem ou de sexo.

O problema é a falta de seres amada.

E, neste caso, não são eles, és mesmo tu.


Testa grande não significa super-inteligência, pelo menos é o que confirmo pela minha colega de quarto

És tão genial. Afinal a tua originalidade vem dos murais do facebook. Deixa lá isso, tu segredo es mi segredo. 
E olha o que tenho escrito na bula do meu frasquinho de smiles: não interessa onde vives. A origem essa, ninguém te a tira e não penses que sim. Para o bem e para o mal. 


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

E em fila javanesa

Quando eu mandar no mundo a ordem de internamento de doidos será feita por ordem, senhoras com os lábios contornados num tom mais escuro vão à frente.
Pessoas que criticam a exibição de outros mas que devagarinho vão expondo também as suas traquitanas vão logo a seguir. -Ou antes? Tenho de decidir melhor isto.

Pensa lá nisto se conseguires


As pessoas de quem pensas que te ris, que achas que são intelectualmente inferiores, que consideras coitadinhas e ocas e as outras, as que se lançam à vida, que arriscam, que se divertem e que fazem por mudar e que criticas por esse estranho incómodo que é o de estares descontente com a tua própria rotina, com esse cimento onde enterraste os pés. Já pensaste que nenhuma delas, nenhuma, queria a tua vida nem por uns meros dias? Já pensaste que só te enches da vida delas porque a tua é vazia e atrofiada? 
Pensa lá bem.

fora de merdas


quando te olhas bem no espelho, o que vês? consegues ler-te por dentro? consegues vislumbrar cada defeito e cada fraqueza, cada mentira? [não te incomodes a procurar virtudes]
se o desespero que neste momento me aperta a garganta e me esmurra o estômago, pudesse ser transformado em energia, seria capaz de voar até à lua. bastava um pequeno impulso nos calcanhares.

sábado, 21 de janeiro de 2012

O meu pai tem uma cabeça piramidal
Mata para me proteger
Andou de burro pela aldeia
Tinha irmãos e comia cabritos
Na vila de Alenquer
Ai, tenho que andar sempre de branco

Na sua mesa de trabalho encontrei um brinquedo ensanguentado
Mas não quero sujar a minha fita amarela
Preciosa fita amarela
Ele diz-me que a vida é um corredor escuro
Com fúria eléctrica
E a morte
Com fúria eléctrica
Ai, tenho que andar sempre de branco
Matei um homem ontem e fui jantar com uma brasileira que conheci no Continente. Ela disse-me três coisas;
Passa-me o cinzeiro.
O tecto deveria contrastar com as paredes.
Quero ter um filho contigo.
Eu disse-lhe mais umas quantas, levantei-me e fui à rua tossir.
Canta-me uma canção que não inclua o céu nocturno.
Canta-me uma canção que não remeta para a lua.
Declama-me Bocage.
Na pior das circunstancias desvia-te, para eu passar.
Porque eu sou o cavaleiro do micro-clima.
Sou o herdeiro do segredo dos templários.
Sou uma farsa em cima de um muro bruto.
Um caso curto que mingua.
Um orgasmo constrangido.
Em dia de capicua.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Adágio cá da malta

Zangam-se as malucas descobrem-se as loucuras.

"Não, não explicas nada"

 Disse-me a junta psiquiátrica hoje de manhã. E depois com a conversa do costume "precisas mais de serotonina e de sertralina do que de ler". Não entendo. Não são os livros a chave de tudo? Há outras cenas na vida? Cenas tipo felicidade? Isso há? Não é só um extra usado para caraterizar os personagens? Vida complicada, não hei-de eu estar toda afanadinha, rodeada de gente louca desde que nasci. 
Tenho de ver se encontro um livro que explique isto.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Muito fornica o povinho...

beautiful people!

cheguei cedo e fui dar um giro por esta bela blogosfera, cheia de pessoas lindas e seus sapatos, pessoas lindas e as suas dúvidas existenciais, pessoas lindas e a sua incapacidade de lidar com a traição/incompetência/arrogância dos outros, pessoas lindas e as suas malas, pessoas lindas e as suas visitas aos saldos, pessoas lindas e as suas frases feitas, pessoas lindas e a sua colecção de bugigangas/tralhas/merdices/laços e lacinhos.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Já eras

uma colega de trabalho foi despedida da empresa porque fez um desfalque de 2.000€. foi burra por o ter feito, mas ainda mais burra por se ter deixado apanhar.
a reunião após o acontecimento foi interessante, com o patrão a dizer-nos que isto era para servir de abre olhos e outras coisas mais.

Aleluia Monroe!







"A imperfeição é bela, a loucura é genial e é melhor ser absolutamente ridículo que absolutamente chato"

domingo, 15 de janeiro de 2012

Red Carpet em directo aqui no asilo. Vou falar dos vestidos:

Biatch.
Vaca.
Feia.
Linda.
Inveja.
Chifruda.
Coitada.
Gorda.
Porca.
Velha.
Carcaça.
Convencida.
Engraçada.
Possidónia.
Porcaaaaaa!
Ridícula.


Só mau gosto que uma 'ssoa aqui vê. Até o meu colete de forças encastradinho de Swarovskis é mais elegante e fashion.  

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

dava tudo para ser viscondessa



e andar de charréte, e comer canapés à base de caviar. polvilhar a cara com pó de arroz e desenhar rosetas nas bochechas. é tão bom sonhar. e alucinar também.

aperta lá o colete de forças

Podes ficar com ele, que eu, não o quero nem pintado.

Nunca mais te conto nada!

ele é giro, está bem? deixa-o. you bitchy witch!

Edgar pintura e estuques, reparações várias

Há 1 bezinha cá do prédio que sempre que passo fixa-se nas minhas pantalonas. Cá pra mim quer levar com a trincha. Chamo-lhe carinhosamente banheira, impressionado que fico com tanto espaço que, calculo, tem.

Tudo dependerá do corte de cabelo

Enquanto esperava o 28 hoje cedo ouvi um homem de bata branca, não sei se padeiro se enfermeiro berrar com outro que seguia apressado à sua frente És o tampão da tua mulher?! Absorves o que sobra dela! 
Não entendi nadinha. Acho que o povo anda cada vez mais perdidinho da cabeça. 
Disseram-me isto ainda ontem, que não era preocupante não saber cozinhar dado que gosto é de encher a barriga e não tenho critério. Não percebo o que isso tem de mal. Gosto de enfardar que comida quer-se muita e da boua.

Colisão de átomos e posterior buraco negro

Noção de física by myself: riscas horizontais anulam riscas verticais, flores anulam bolas e animal print anula tudo. É por isso que os visto uns junto dos outros. Porque quando olho ao espelho estou apenas de ton sur ton e não entendo os olhares de lado. Decorem isto:
Os padrões anulam-se!
Os padrões anulam-se!
Os padrões anulam-se!

não é que a minha mãe não me devesse ter parido. eu é que não devia ter sido parida dela. mas que o mundo é um lugar injusto, isso todos nós sabemos.

E pílulas de felicidade

Para seres coerente notavas que com as mesmas letras e a simples alteração de duas consoantes o que melhor te retrata é "lerda".

que ser grotesco és, fada louca


és tão feia por dentro. nada em ti é puro, ou saudável ou honesto. fantasias por entre densas nuvens de fumo que cospes da garganta rouca e putrefacta.  tudo isso te arrasta ainda mais para o abismo que tu própria criaste. desiste. mata-te.
e és tão feia por fora também. sei que pensas que não. de alguma forma o feed back distorcido que tens do mundo diz-te o contrário. é assim a mente dos alucinados, dos ridículos, dos que vivem dos despojos da vida.
não gosto deste novo prédio. é feio. as pessoas são estranhas e feias como o prédio. tem um pátio central aberto ao ar livre coberto de azulejos  cor de açucar mascavado. há sempre beatas cá em baixo, molas da roupa e cascas de nozes. são vizinhos estranhos, feios e porcos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012







 2 run away frommm muuuuu is all that I can do.
Era tão obcecada pela pureza da língua que os únicos broches que fazia eram à palavra "pénis" no dicionário.

Aos jograis que vieram à consulta

Um dia recorri a artes mágicas para entender a cabeça de certas cabecinhas na blogoland. Acusaram-me de bruxaria* e recurso a artes ocultas** (traduzamos isto por sarcasmo* e inteligência**). Apanharam-me de cuecas na mão enquanto limpava o rabo a tanta vaidade, mania e necessidade de "simsinhice", levaram-me durante a noite ansiando que o fogo me purificasse. Devo dizer que não fez grande coisa e teria preferido um café com leite mas do tradicional, de copo a escaldar porque se vier do Scarfucks antes quero dois porcos a enrabarem apertados ânus por capricho genético colocados na minha testa e nuca.
Sou a burned witch, topo estúpidos de gingeira e burros de pessegueiro. E o que faz a bruxa com isso? Rinse. (E depois seca-se à lareira que o fogo deixa saudades.) 

o dia em que o rio chorou

estava demasiado cheio. por isso chorou. não há nada de transcendental nisso. não há nada de transcendental em practicamente coisa nenhuma.

junta-te a nós

nós temos bolachas. e chá.